sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Cecília A no porto da Madalena

"Cecília A" a carregar no porto da Madalena
Fotos em 17/11/2017 de Miguel Noia

"Cristiano S" no Corvo

Cristiano S a carregar no porto da casa na ilha do Corvo
Foto em 17/11/2017

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Lusitânia - Varagem

Varagem do Lusitânia hoje (14/11/2017) no estaleiro do porto da Madalena

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Cruzeiro das Ilhas

Cruzeiro das Ilhas foi hoje (13/11/2017) colocado a nado no porto da Madalena depois de um período de manutenção no estaleiro da Naval Canal

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Memórias - Lusitânia


Primeira viagem comercial do navio Lusitânia ao serviço da Empresa Barcos do Pico no 04/12/2002 ainda com as cores da Transmaçor

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Requalificação da Vila

Outrora uma estrutura importante do velhinho porto da Madalena, pois aqui arriavam e varavam os barcos de cabotagem que, sempre que o mar permitia, navegavam até à Horta com vinho, fruta e lenha para a "casa da luz".
A partir de 1983 com a construção do novo porto da Madalena esta rampa deixou de ter a sua função e desde então alguém achou que aquilo, sem qualquer arranjo, dava um parque de estacionamento.
O certo é que como parque o espaço era muito mau, apresentado-se mais como um enorme "buraco" urbanístico mesmo em frente à igreja Matriz que deu o nome à nossa vila. 
E assim ficou por mais de três décadas.
Finalmente é com muita satisfação que verificamos que a Câmara Municipal da Madalena vai nesta fase de requalificação do centro, fazer o merecido arranjo daquele espaço que decerto irá contribuir para o "alindamento" da nossa vila cada vez mais próxima de ser ...

Parque de... estacionamento?

Dia 05 de Novembro de 2017 às 16:05 h, não há festa do outro lado e por cá também não, a vila da Madalena está mergulhada no silencio dum Domingo qualquer de Outono mas há uma coisa que continua igual: estacionar junto ao terminal do porto da Madalena é Impossível!

sábado, 4 de novembro de 2017

Uma triste e leda viagem ao Faial - por Manuel Tomás no Jornal Ilha Maior

Este artigo do Dr. Manuel Tomás está brilhante. Por ter sido um assunto que foi "tratado" há alguns atrás neste blog (Portas do..), deixo aqui uma cópia.
Ir ao Faial nem sempre é fácil e agradável, mas quase sempre uma viagem ao Faial tem os seus momentos de alegria. Faço-o muitas vezes para ir almoçar com um companheiro especial ou para, nos últimos tempos, espalamacar e isso torna logo a viagem em algo da maior importância. Fui ao Faial, numa terça-feira. Antes, tive um encontro na Madalena, ao pequeno almoço, que isso de almoços de conversas para deitar fora estão muito caros e o orçamento continua baixo. Como demorou pouco e a sobra seria longa, resolvi dar umas voltas e queimar tempo até às onze horas e trinta minutos. O Terminal João Quaresma estava vazio, apenas algumas pessoas no bar e um ou outro necessitado das instalações sanitárias fazia a ronda pelo espaço. E logo eu, que tanto mal digo (e tão mal, talvez) daquelas instalações, tive de assistir para confirmar mais uma vez que mictar no Pico é mesmo um acto de estranha colocação dos agentes intervenientes. Um muito forte senhor, para ser simpático, tentava arrastar-se, porta adentro, para a única instalação com sanita/sifão, mas debalde o fazia, (talvez fosse melhor trazer um balde), pois nem de lado entrava no espaço de tão exíguo que ele é. Com um sinal de dedo espetado, sugeri-lhe a utilização da instalação higiénica para pessoas com necessidades especiais. Resolvido este problema, deparo-me com uma ‘bicha’ para o mictório, quase do tipo das medievais cloacas colectivas, pois havendo dois urinóis, em espaço tão diminuto e sem uma defesa entre os dois, o acto de mictar ali torna-se mesmo estranho e, como não há outro remédio, o canto do olho é obrigado a verificar o instrumento alheio, coisa deveras desagradável de se ver, sem querer. Claro que quando cheguei ao Faial, num edifício feito pela mesma empresa, Portos dos Açores, a respiração era outra porque espaço e condições não faltavam, bem como a devida protecção entre urinóis. Vou repetir: as portas automáticas e o ar condicionado da Horta devem ter custado mais do que todo o terminal da Madalena. O que é natural: havia que fazer poupanças! E que lugar mais adequado do que o Pico! E, então, a pergunta inocente, de quem não entende nada destas coisas, é: se o da Madalena foi feito depois, por que razão o terminal marítimo da Horta é mil vezes melhor? E fique claro: o do Faial é que está bem! Mas havia mais. Com a manutenção do Mestre Simão, a viagem teve de ser feita no velhinho, mas útil, Cruzeiro do Canal, que fez o serviço de lado, com a maré baixa. Havia três macas com doentes destinados ao Hospital da Horta. Uma entrou na hora certa, mas as outras duas obrigaram a uma espera de trinta minutos e a uma inusitada ginástica de introdução das macas na lancha. Eu compreendi e aceitei sem reclamar, mas vi muita gente, com horas marcadas e ligações acertadas, em uma também compreensível atitude crítica. Toda a gente sabia, os da terra com certeza, mas ninguém informou. Ainda houve mais dois doentes, transportados em cadeiras de rodas. Eu também fui ao Hospital da Horta ver um Amigo muito especial, contador de muitas histórias, fabricante de bebidas bem medidas e possuidor de uma língua afiadamente crítica, convivemos, rimos e desejei-lhe toda a sorte do mundo. E aqui se deu o lado melhor da viagem que já tinha começado, com outro Companheiro, com um bom almoço no Atlético e uma longa e proveitosa conversa sobre a vida e muita Espalamaca. Numa das mesas, ao lado, estava um grupo feminino divertido, onde pontuava uma velha Amiga, gozando de outra navegação à custa de outra Espalamaca que, dizem as medalhas e o preço, é mesmo uma bela pomada da nossa CVIP. (É VIP, é verdade, é isso mesmo na qualidade de muitos dos seus vinhos.) Na descida do Hospital para apanhar o barco, querendo fazer o exercício físico do dia, pus-me a caminho, embora desconfiado da aproximação da chuva que pairava já sobre o Canal. Acreditando ser possível chegar à Conceição, onde, desgraçadamente, nos colocaram o terminal marítimo, quando éramos muito mais felizes em Santa Cruz, com o Peter ali à mão, a chuva chegou, afinal ainda há chuva a cair, e abrigado debaixo de um portal, e ainda sem tiritar, mas temendo o pior, fui bafejado com a sorte de outro Amigo faialense de Angola que me deu boleia até ao cais. Resumindo e concluindo, esta viagem foi, de facto e de afecto, uma viagem triste e leda, como aquela madrugada que Camões cantou, e se aqui há palavras magoadas não são para tornar o fogo frio nem dar descanso às almas condenadas, antes para reclamar que apesar de tantos quererem e muito fazerem para que este Canal nos separe, a verdade é que apesar deles, este Canal uneNos, mas não podem ser sempre os mesmos a atar os nós dos laços, porque a maré quando sobe, sobe para os dois lados, mas também quando desce não devia ser só de um lado da Comunidade do Canal. E não é bairrismo doentio – ser bairrista é bom – é realidade pura e dura. Na verdade, o mais triste da viagem foi mesmo a abismal diferença de qualidade abismal entre os dois terminais marítimos do Canal. Na Horta há ar condicionado, e na Madalena há condicionamento de ar encanado: há umas esquisitas tábuas rectangulares que podem ser abertas, ao longo das paredes de vidro e ainda permitem que alguém de dentro do terminal possa estender a mão e cumprimentar alguém que esteja no lado de fora, no passeio da rua, rua onde os autocarros não passam, etc. Etc. ETC. cada vez maior. Esta é a última vez que digo que não será a última vez que falo disto!

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Frota EBP

Porto da Madalena, 30 de Outubro de 2017

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Lusitânia - A chegar ao Porto da Casa

Foto de Marco Silva (drone) 29/09/2017

Cristiano S - Rumo às Velas

Fotos de P. Coelho em 03/10/2017

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Cecília A - Calheta de S. Jorge



Presença do navio Cecília A da Empresa de Barcos do Pico no porto da Calheta para carregar material de audio da empresa jorgense AtlanticMusic Waves Unipessoal, Lda do empresário João Luís que está a realizar o som na tenda eletrónica das Festas da Madalena do Pico.

Partilhado do blog portodacalheta.blogspot.pt fotos de João Manuel

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Lusitânia


Navio Lusitânia na ligação Flores Corvo com mercadorias diversas e combustíveis

Fotos em 13/07/2017 enviadas por João Nicolau

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Descarga noturna

Descarga do Cecília A ao inicio da noite de ontem (11/07/17) no cais comercial do porto da Madalena
Fotos 11/07/2017

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Turismo de vela

Foto a 1/07/2017